“Não há nada prazeroso nisso. Porque, mesmo podendo ter um prazer físico, na cabeça você sente repulsa pelo que está acontecendo. E dependendo de onde você esteja, na frente dos filhos ou diante de estranhos, isso pode acabar rapidamente com a pessoa”, contou ele à barcroft Media.
“É muito frustrante porque não tem fim”, desbafou.
Dale chega a ter orgasmos até no consultório do terapeuta.
“Nunca vi nada como isso. É uma maneira horrível de viver”, afirmou Dale.
Comumente acomete as mulheres após os 40 anos de idade e nos anos pós-menopausa e não apresenta nenhuma relação com a hipersexualidade, também conhecida como ninfomania, condição na qual a paciente apresenta elevado nível de desejo e de fantasias sexuais, com compulsividade ao ato.
Especialistas explicam que ocorre um aumento do fluxo sanguíneo persistente na região genital, resultando em uma constante excitação desta área, mesmo que não pensando ou fazendo coisas relacionadas ao sexo.
Até o presente momento não há um tratamento específico para esta síndrome. Entretanto, de acordo com relatos de pacientes, reservar um tempo para ter diversos orgasmos seguidos pode ser útil, para que o organismo consiga relaxar um pouco.
JP Tabloide
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